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SO VERY MUCH IS CHANGING …

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For it is written in the stars.

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The Federation o Light -- 16th August, 2014


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Sunday, December 29, 2013

Portuguese -- Exopolitics -- Operações clandestinas, 9-11 e a Perspectiva Exopolitica

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Exopolitics: political implications of the extra-terrestrial presence




© Michael E. Salla, PhD
Setembro 11, 2006


No quinto aniversário dos ataques do '9-11 ', mais cidadãos do que nunca estão a questionar as versões oficiais dos ataques e da competência do Relatório da Comissão do 9-11. De acordo com uma pesquisa nacional do Scripps Howard/ da Universidade de Ohio, em  Agosto de 2006, 36% dos americanos acreditam o 9-11 foi um "assunto interno", sendo as agências governamentais cúmplices no que ocorreu. [2] A pesquisa Zogby, em Maio de 2006, descobriu que 42 % dos americanos acredita que as explicações oficiais e a Comissão 9-11 estavam a ocultar a verdade. [3] Houve um fluxo constante de autores, jornalistas, pesquisadores e personalidades da comunicação mediática/mídia que avançaram para declarar que 9-11 foi um " trabalho interno " . Algumas das personalidades mais proeminentes incluem o teólogo Dr. David Ray Griffin, autor e editor de uma série de livros sobre 9-11, incluindo 9/11 and American Empire: Intellectuals Speak Out (2003), Michael Ruppert, autor de Crossing the Rubicon: The Decline of the American Empire at the End of the Age of Oil  (2004), e o ator Charlie Sheen, que veio a público com as suas opiniões, em Março de 2006. [4] Para concluir, recentemente foi criado um site por uma comissão de estudiosos a criticar as explicações oficiais e também a argumentar que o  9-11 foi um " trabalho interno " . [5]

Com o número crescente dos que afirmam que o 9-11 foi um trabalho interno e que havia um encobrimento oficial, chega sem surpresa a constatação de que muitos agora, vêem os ataques do 9-11 como parte de um padrão histórico dos governos que usam operações de "bandeira falsa"  para ultrapassar a oposição aos seus objectivos políticos. Uma operação de bandeira falsa é descrita melhor como sendo uma operação secreta conduzida pelos "governos, empresas ou outras organizações, e que são concebidas para aparecer como se tivessem sido executadas por outras entidades". [6]


Há um número crescente de livros e vídeos que estão, neste momento,  a questionar as operações históricas de bandeira falsa em relação ao 9-11. Os mais proeminentes incluem David Griffin, The New Pearl Harbor: Disturbing Questions About the Bush Administration and 9/11 (2004); o mais recente de Barrie Zwicker, Towers of Deception: The Media Cover-up of 9/11 (2006); e o vídeo recente de Alex Jones, TERRORSTORM: A History of Government Sponsored Terrorism (2006). Griffin, Zwicker e Jones examinam a operação  de 'bandeira falsa' histórica, para apresentar o contexto histórico para a análise de eventos que envolvem o 9-11 e a "guerra ao terror" artificial. Nas operações históricos de "falsa bandeira", tais como o incêndio do Reichstag em 1933, o golpe do Estado Iraniano de 1953, o incidente  do Golfo de Tonkin, em 1964, em que os agentes dos serviços secretos de governos encenaram acontecimentos que seriam atribuídos a grupos designados como alvos, de tal maneira que iriam facilitar as  políticas do governo afim de aumentar o seu poder, ou derrubar governos estrangeiros. De maneira mais controversa, Griffin afirma que o ataque de 1941 a Pearl Harbor, foi uma operação clandestina e que isso demonstra a magnitude a que as operações clandestinas podem ser realizadas . [7]  

Zwicker e Jones questionam como os nazis beneficiaram directamente por terem orquestrado secretamente o incêndio do Reichstag e terem culpado os comunistas. Da mesma forma, descrevem como as políticas norte-americanas e britânicas beneficiaram directamente devido às operações clandestinas que visaram o popular Primeiro-Ministro nacionalista do Irão, Mohammad Mossadegh, que foi acusado de simpatias pró-comunistas. Isso levou a um golpe de Estado em 1953, através do qual o Xá do Irão foi capaz de assumir poderes ditatoriais que inverteram as políticas controversas de nacionalização de Mossadegh. O incidente do Golfo de Tonkin, de 1964, de acordo com Zwicker, Jones e Griffin foi outra operação clandestina pela qual o Vietnam do Norte, comunista, foi acusado de dois ataques a navios de guerra norte-americanos. Documentos divulgados depois mostram conclusivamente que o segundo ataque nunca ocorreu. Também descrevem incidentes fracassados de bandeira falsa, como o ataque ao USS Liberty pela Força Aérea de Israel, em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias. Eles afirmam que o naufrágio do Liberty teria colocado uma grande pressão sobre os EUA para entrar na guerra a fim de apoiar Israel, que planeava transferir a responsabilidade para o Egipto.

Griffin, Zwicker e Jones citaram os documentos da Operação Northwoods que demonstram que as Altas Patentes aprovaram as operações clandestinas, no início de 1960, que envolveram ataques terroristas contra a infra-estrutura e até mesmo contra cidades americanas. Essas acções encobertas teriam sido imputadas a Cuba e usadas para justificar uma invasão militar, mas nunca foram aprovadas pela administração Kennedy (http://www.gwu.edu/ ~ nsarchiv/news/20010430 /). Griffin, Zwicker e Jones usaram este e outros casos, como prova de que as operações clandestinas têm uma longa história nas acções secretas de muitos governos, incluindo os EUA.

Tendo apresentado, persuasivamente, provas de que os governos no passado, tinham utilizado operações clandestinas, Griffin, Zwicker e Jones voltam sua atenção para o ataque de 9-11 e, em graus variados, para uma série de outros "ataques terroristas" na Grã-Bretanha, Espanha e Bali. Em todos estes casos, Griffin, Zwicker e Jones apresentam evidência de que todos esses ataques foram operações clandestinas. Citam documentos históricos, entrevistam denunciantes, identificam inconsistências nas versões oficiais e nas provas circunstanciais que apontam para esses ataques terroristas recentes, como sendo operações clandestinas. Em termos do ataque de 9-11 nos EUA e do ataque de 7 de Julho de 2005 (7-7), na Grã-Bretanha, examinam os preparativos de segurança que levaram a muita confusão por parte das forças de segurança, e que permitiram lapsos que podem ter permitido que os ataques acontecessem. Zwicker e Jones argumentam que tais preparativos são uma característica das operações clandestinas, onde é fundamental ter forças de segurança que não estão envolvidas em tais operações secretas e que se demitem. Eles apresentam evidência convincente de que a guerra contra o terror é planeada com o objectivo de privar  os cidadãos dos EUA e das democracias ocidentais,das liberdades civis, e para neutralizar a oposição interna à guerra no Iraque.


Parte II -- Quem está realmente por trás do 9-11 e de outros ataques terroristas e porquê?



Tendo em conta a questão sobre quem estava, realmente, por trás do 9-11 e de outros ataques terroristas, há uma série de autores sobre o 9-11 que fornecem o que acreditam ser os verdadeiros factores da condução da guerra artificial contra o terrorismo. Para facilitar este trabalho, vou concentrar-me em quatro autores, que representam o maior impulso de argumentos sobre o 9-11: Griffin, Zwicker, Jones e Ruppert e, simplesmente, refiro-me colectivamente a eles como sendo os autores  do 9-11. Os autores do 9-11 apontam, de acordo com perspectivas diferentes, para os esforços liderados pelos EUA e pela Grã-Bretanha para captar os recursos petrolíferos das 'nações desonestas' como o Iraque, a fim de apoderar-se do controlo da indústria do petróleo. Ao apropriarem-se da subida dos preços do petróleo do Iraque, os interesses corporativos dos EUA e da Grã-Bretanha, estão a conseguir enormes lucros a curto prazo. À medida que a oferta de petróleo atinge o pico da produção, uma ideia fortemente defendida por Michael Ruppert, isso garante que os interesses corporativos britânicos e norte-americanos estejam no controlo da situação para beneficiar a longo prazo, da disparada dos preços do petróleo, pois países como a Índia e a China dão origem à crescente  procura do petróleo. Por esta razão, o controlo da indústria vital do petróleo iria permitir, plenamente, o domínio corporativo dos EUA sobre os mercados financeiros globais para a próxima geração. Isto tornaria a China e a Índia, os futuros concorrentes potenciais do domínio global dos EUA, mais subservientes às políticas dos EUA.

Os autores dos livos sobre o 9-11 argumentam que não são apenas os interesses petrolíferos que procuram beneficiar com as guerras no Iraque, mas também as indústrias de armamento, pois os EUA são, de longe, os maiores fornecedores de armas do mundo. Essencialmente, os contratantes das empresas norte-americanas precisam de uma guerra artificial contra o terrorismo, a fim de continuar a vender os seus produtos militares ao Pentágono, que precisa realizar missões de punição contra as nações criminosas. A justificação final para a indústria do armamento é impulsionada pela ganância, a fim de tirar proveito das ameaças da segurança, para manter uma economia de guerra perpétua que é financiada à custa do contribuinte comum. O famoso discurso de despedida de Eisenhower sobre os perigos do complexo militar-industrial é, habitualmente, o aviso mais citado como sendo a evidência de tal perigo.

Além do domínio financeiro dos EUA e da ganância corporativa, os autores do 9-11 oferecem a sua justificação final para a guerra contra o terrorismo artificial. Esta é a teoria da Pax Americana, de que o motivo que impulsiona a política dos  EUA, é a necessidade de estabelecer a hegemonia dos EUA ao redor do planeta. Griffin, Jones, Ruppert e Zwicker argumentam que, quando o governo de Bush alega que os "Estados criminosos" estão a "abrigar terroristas", e a desenvolver Armas de Destruição Maciça (ADM), que seriam dadas aos terroristas, os EUA têm justificação para lançar guerras preventivas e estabelecer o controlo sobre as nações que se opõem ao domínio dos EUA. Eles citam figuras neo-conservadores associados ao Projecto Novo Século Americano como expoentes desta agenda imperialista para estabelecer o domínio global dos EUA. [8]

Consequentemente, a guerra no Iraque foi justificada ao usar a tese das Armas de Destruição Maciça, e que Saddam Hussein estava aliado a grupos terroristas que ele teria usado como intermediários, para lançar tais armas sobre os EUA. Enquanto a hegemonia global dos EUA seria justificada com a necessidade de tornar o mundo seguro através da democracia, a verdadeira lógica, de acordo com os autores do 9-11, é tornar o mundo lucrativo para as empresas norte-americanas importantes, aliadas às indústrias do petróleo e do armamento.

As avaliações dos autores das operações clandestinas do 9-11 que estão enraizadas na ganância das indústrias do petróleo e do armamento, e os projectos imperialistas dos neo-conservadores continuam a atrair muito apoio de muitos que estão desencantados com as explicações oficiais dos ataques terroristas nos EUA e na Grã-Bretanha, e também com o movimento de rotação dos dados dos serviços secretos para justificar a guerra no Iraque, e os enormes lucros gerados pelas empresas envolvidas nas indústrias de petróleo e do armamento. Em particular, a análise de Griffin, Zwicker e Jones sobre as operações clandestinas é útil para identificar o catalisador para as políticas governamentais que resulta na diminuição das  liberdades civis e atenua a oposição interna às guerras preventivas, ostensivamente destinadas a "proteger a democracia", mas que proporcionam lucros inesperados para grandes corporações norte-americanas. A análise dos autores do 9-11, ao focar o imperialismo dos EUA, ajuda a identificar a enorme influência dos neo-conservadores do governo Bush ao ditar a política oficial do governo. Há, porém, um factor ausente nas análises dos autores  do 9-11 ao focarem o trio da indústria do petróleo, do complexo militar e industrial, e do imperialismo dos EUA. Um factor que proporciona um nível mais profundo de análise para o que é realmente a condução política dos EUA no Médio Oriente e noutros lugares ao redor do planeta. Os autores do 9-11 estão a omitir o factor exopolítico.


Parte III -- Compreender a Perspectiva Exopolítica



A Exopolítica é baseada na evidência considerável de que as civilizações extraterrestres estão a visitar a Terra, e que esta evidência é sistematicamente ocultada quer pelas agências governamentais, quer pelos departamentos militares dos Estados Unidos e de outras nações de mais destaque, de acordo com o que é descrito como um "Watergate Cósmico”.[9]  A visão científica dominante que a velocidade da luz apresenta um obstáculo intransponível para a presença física de visitantes extraterrestres tem sido cada vez mais desafiada por novas teorias sobre viajar mais rápido do que a velocidade da luz. [10]The Structure of Scientific Revolutions  = A Estrutura das Revoluções Científicas (1962), de Thomas Kuhn, sugere que a nossa compreensão da ciência sofre periodicamente uma mudança de paradigma. A Exopolítica representa uma mudança de paradigma no pensamento político que engloba as forças fundamentais que conduzem os assuntos nacionais e internacionais.


Não é apenas a evidência das visitas dos Extraterrestres na época contemporânea que está a ser encoberta, mas, talvez com mais significado, a evidência de uma presença extraterrestre histórica que patrocinou civilizações humanas no passado, e que também está camuflada. Significa que, tanto o conhecimento e a tecnologia dos Extraterrestres que visitam a Terra actualmente, e as evidências históricas das visitas extraterrestres anteriores, tornaram-se a preocupação primordial da segurança nacional, que é mantida escondida do público em geral. A verdadeira extensão das implicações da segurança nacional a respeito da divulgação ao público de uma presença extraterrestre foi revelada  num estudo do Instituto Brookings para a NASA em 1960, alegando que a descoberta pública de uma inteligência Extraterrestre poderia levar ao colapso da civilização ocidental. [11] O impacto de uma presença extraterrestre e as suas implicações para a política, ciência, economia e cultura, poderia muito rapidamente levar a um colapso das instituições vitais para todos os países do planeta ameaçando, assim, a soberania das grandes nações. Além disso, de acordo com um certo número de ex-denunciantes militares, os UFOs inutilizaram ou destruíram mísseis nucleares norte-americanos em  várias ocasiões. [12] Em parte, isto revela a preocupação secreta dos políticos sobre os visitantes extraterrestres. Resumindo, as implicações da segurança nacional ligadas a uma presença extraterrestre triunfam sobre qualquer outra questão de segurança nacional, e são a pedra da Rosetta para compreender a verdadeira dinâmica fundamental da política global e das finanças internacionais. [13]

As provas do encobrimento de uma presença extraterrestre são extensas e convincentes. Centenas de denunciantes credíveis surgiram a partir de sectores corporativos dos militares e do governo, para descrever o encobrimento de vários aspectos de UFOs e a hipótese extraterrestre. Os testemunhos de muitos desses denunciantes do governo estão disponíveis através de organizações privadas, tais como o Projecto de Divulgação. [14] Além disso, os documentos secretos expostos,  revelaram características críticas do sistema de segurança nacional criado para lidar com a presença extraterrestre. Muitos destes documentos estão disponíveis através do conhecido website "Majestic Documents". [15]  Inúmeros sites, livros e organizações apresentaram as evidências e os depoimentos de milhares de testemunhas, 'experimentadores', pesquisadores e denunciantes que revelam a extensão das visitas extraterrestres à Terra.

Os autores dos livos sobre o 9-11 não conseguem identificar uma série de factores-chave exopolíticos, por trás das operações clandestinas. Esses factores têm a ver com o sistema da gestão política criada para os assuntos extraterrestres; a tecnologia e o  conhecimento sobre Extraterrestres que estão localizados no território de diversos governos estrangeiros, e com o "orçamento negro" necessário para financiar operações encobertas, baseado na aquisição de informações e tecnologias extraterrestres. Dada a natureza altamente confidencial dos assuntos extraterrestres, todas essas actividades acontecem sem qualquer supervisão do Congresso, ou supervisão legislativa nos EUA e noutras nações importantes, como a Grã-Bretanha, a Rússia e a China. Examinarei agora cinco factores exopolíticos que precisam ser considerados quando se analisam as operações clandestinas em geral.

Parte IV – Os Cinco Factores Exopolíticos e as Operações Clandestinas/de Bandeira

Falsa.

O primeiro factor é a existência de uma rede secreta de interligação de agências governamentais e militares, nos EUA e à volta do mundo, criada para gerir os assuntos extraterrestres. Muitas vezes descrito como o 'governo secreto', esta organização opera em paralelo com o sistema político mais convencional, composto por representantes eleitos e funcionários designados pelo governo. É semelhante à distinção de Lewis Lapham entre  "governo provisório" e  "governo permanente", em que o primeiro compreende um governo eleito, enquanto o último é composto por grupos de interesses especiais,  retirados do sector das corporações, do sector militar e do sector da educação. .[16]

Os indivíduos no sistema convencional de governo, ou seja, o "governo provisório" de Lapham, só são informados sobre o que "é necessário  saber", e não é tido em conta a sua posição ou cargo.  

Consequentemente, tem sido demonstrado que os  presidentes empossados são mantidos fora do circuito, como aconteceu nos casos de presidentes Carter e Clinton [17] O Presidente Clinton disse para a repórter  da Casa Branca, Sarah McClendon: "Sarah, há um governo secreto dentro o governo, e não tenho controlo sobre isso ". [18]

O 'governo secreto', que gere os assuntos extraterrestres, fica nas cúpulas do " governo permanente," que não é eleito, e que tem sido designado como MJ-12 ou PI-40. [19]. As operações clandestinas de grandes dimensões, como o 9-11, quase de certeza, envolvem o 'governo secreto', que usam essas operações como fazendo parte da sua agenda mais ampla, na gestão dos assuntos extraterrestres.

É muito pouco provável que as transições do "governo provisório", como a eleição de George Bush, em 2000, e a nomeação dos neo-conservadores para posições de destaque seria capaz de produzir operações clandestinas da ordem do 9-11. A ascendência dos neo-conservadores para cargos de grande responsabilidade no governo, não seria suficiente para permitir o prosseguimento de operações clandestinas, devido à oposição potencial de muitos burocratas de carreira e funcionários do governo.


Só um sistema a longo prazo e de gestão secreta, que existe fora da rotação dos funcionários políticos eleitos, podia esperar conter os burocratas de carreira e os funcionários do governo. Consequentemente, dada a magnitude dos ataques do 9-11, isso só poderia ter acontecido com o parecer favorável do governo secreto (ou permanente), que usou neo-conservadores nomeados para altos cargos da administração Bush (o "governo provisório"), como  instrumentos para alcançar os objectivos políticos anteriores. 

O apoio incondicional dos principais governos, como a Grã-Bretanha e Austrália, em políticas fundamentais, adoptadas pelo governo de Bush, deve-se aos “governos secretos" dessas nações, ao coordenar as suas políticas num sistema de gestão global criado para assuntos extraterrestres. Isto envolve muitas organizações quase governamentais, como a Comissão Trilateral, o Grupo Bilderberg e o Conselho de Relações Exteriores que fornecem os recursos e a liderança para ditar políticas governamentais secretas, a longo prazo, em todo o planeta. [20]


O segundo factor a considerar sobre as operações clandestinas, é a necessidade por parte do governo secreto, de manter o controlo exclusivo de toda a tecnologia extraterrestre e de todas as evidências encontradas à volta do mundo. 

Esse factor envolve o afastamento do domínio público, de qualquer evidência física das visitas dos Extraterrestres, e a transferência dessa mesma evidência para os laboratórios científicos secretos dos EUA, ou de outras grandes nações. Há inúmeros casos de veículos extraterrestres, a despenhar-se em todo o planeta. Foram documentados e analisados num livro recente de Ryan Woods, Majic Eyes Only. [21] Em todos estes casos, os governos devem cumprir através de incentivos ou sanções, com esses esforços secretos, conduzidos pelo governo sombra, que é de âmbito global. Os líderes nacionais que não cumpram, correm o grande risco de serem afastados do cargo.

Por exemplo, o golpe de 1979, que tirou o primeiro-ministro de Granada, Sir Eric Gairy, foi uma operação clandestina projectada para impedir  Gairy de conseguir que as Nações Unidas prosseguissem, seriamente, com a investigação da questão UFO. 

Gairy foi fundamental para o patrocínio de Granada, à única resolução da ONU, para lidar com os UFOs, (passada em 1978) e foi agendado um encontro com o Secretário-Geral da ONU, em 13 de Março de 1979, para discutir novas iniciativas da ONU sobre os UFOs, baseadas em material extraterrestre recuperado em Granada. [22] No mesmo dia da sua reunião, o governo foi retirado do poder num golpe revolucionário liderado por Maurice Bishop. 

O caso de Gairy sugere que as operações de falsa bandeira, que resultam de golpes de Estado liderados por elites descontentes, podem ser o resultado de uma política para forçar a saída dos líderes nacionais dissidentes do sistema global de encobrimento dos UFOs/da informação extraterrestre. Esses líderes são substituídos por pessoas mais submissas, que podem ser facilmente desacreditadas ou removidas no futuro.

O terceiro factor exopolítico, é a necessidade de ganhar o controlo de um território que, outrora, hospedou civilizações antigas que contêm artefactos que fornecem informações valiosas, ou tecnologia deixada por Extraterrestres. Essas civilizações antigas enterraram nas suas ruínas, muita informação e até mesmo tecnologia adquirida através da intervenção extraterrestre, que teria ocorrido há milénios. Por exemplo, há muitas evidências de que a antiga civilização Suméria, foi patrocinada por uma civilização extraterrestre conhecida como os Anunnaki. [23] A Suméria, conhecida como o berço da civilização ocidental, foi localizada no sul do Iraque e foi submetida a uma série de escavações arqueológicas, apoiada pelo regime de Saddam Hussein.

Há evidências crescentes de que os EUA, de 1991 a 2003, conduziram  intervenções militares no Iraque, que foram destinadas a ter acesso a alguns dos antigos locais arqueológicos do Iraque, a fim de encontrar qualquer informação ou tecnologia sobre os Anunnaki [24].

O fabrico de documentos secretos, relativos a armas iraquianas de destruição em massa (ADM) e aliança com as organizações terroristas foi uma operação clandestina destinada a justificar a intervenção militar dos EUA em 2003, a fim de garantir que os activos extraterrestres do Iraque, não pudessem ser explorados pelo regime de Hussein, ou cair nas mãos de concorrentes estratégicos, como a Rússia e a China. A evidência desta simulação, constou do Relatório de Setembro de 2006, pelo Comité Secreto escolhido pelo Senado, que confirmou que os dados secretos para justificar a guerra no Iraque foram "exagerados". [25]

O quarto factor exopolitico diz respeito ao uso de tecnologias de modificação do tempo atmosférico/do clima,  que o ex-secretário de Estado William Cohen confirmou que existia em 1997. [26] 

As operações clandestinas utilizando tecnologias de modificação do tempo atmosférico/do clima são usadas ​​para transferir a culpa para os factores ambientais "imprevisíveis", quando, na verdade, tais tecnologias estão a ser utilizadas como um instrumento de política nacional.Essas tecnologias podem ser usadas para criar desastres naturais ou acontecimentos que coagem as nações a agir em conformidade com o sistema de sigilo mundial sobre os assuntos extraterrestres. Este sistema de sigilo global garante que a informação científica, as tecnologias de energia alternativas e as informações sobre os Extraterrestres, não são distribuídos à comunicação mediática/mídia global. 

Por exemplo, o tsunami asiático de Dezembro 2004 afectou um certo número de nações, incluindo o sub-continente indiano. Na época, a Índia tinha estado na vanguarda de um número crescente de divulgações relativas a visitas extraterrestres. [27]É muito possível que o tsunami na Ásia servisse como um sinal para a Índia, de que as tecnologias de modificação do tempo poderiam ser usadas, se a Índia prosseguisse a sua política de divulgação. 

Posteriormente, a administração Bush assinou, em Julho de 2005, um acordo extraordinário para ajudar a Índia a desenvolver a sua indústria nuclear, e continuou a permitir que as indústrias norte-americanas transferissem parte das actividades das empresas para a Índia. Isto sugere que uma combinação de incentivos e sanções, utilizando tecnologias de modificação do tempo/do clima, foi usado para obter o cumprimento de nações emergentes, como a Índia, que poderiam desafiar o sistema de sigilo global.

O factor exopolitico final diz respeito ao “verdadeiro” orçamento negro dos EUA. As estimativas oficiais do orçamento negro pela Federação de Cientistas Americanos (FAS), concentram-se nas divulgações da CIA, que revelam a verdadeira dimensão do orçamento para financiar as actividades de todas as agências de serviços secretos dos Estados Unidos. 

Revelado pela CIA para ser 26,7 biliões de dólares para o ano fiscal de 1997, esse dinheiro aparece como entradas individuais, no orçamento anual do Pentágono, e foi estimado pela FAS para ser 30,1 biliões de dólares para o ano fiscal de 2007. A sabedoria convencional diz que o "orçamento negro" é financiado pelo Pentágono, que cria projectos fictícios e exagera os custos de despesas reais da defesa (por exemplo, assentos sanitários), e os canais de todos esses fundos em projectos de ‘orçamentos negros'. No entanto, o tamanho real do orçamento negro é estimado para estar mais perto de um trilião de dólares por ano civil, o que é mais do que o dobro de todo o orçamento do Pentágono de US $ 420 biliões para o ano fiscal de 2006. 

Esta vasta soma de dinheiro é acumulado pela CIA, não para garantir os lucros das empresas norte-americanas, nem para domínio financeiro, mas para financiar uma rede oculta de projectos secretos, que constituem um segundo Projecto Manhattan. [28] 

 ** Nos Estados Unidos e no Reino Unido, um, a black project= projecto negro é um projecto de defesa militar altamente secreto, desconhecido publicamente pelo governo.

No livro, The Dark Alliance, Gary Webb revelou evidências convincentes de que a CIA esteve envolvida no tráfico de drogas, e que as forças da policia locais foram deliberadamente prejudicadas nos seus esforços para capturar os principais actores envolvidos no comércio de drogas, devido à intervenção da CIA. 

A evidência desse facto, tem sido acumulada por Michael Ruppert no seu site From the Wilderness e no livro, Crossing the Rubicon.[29]. Se a CIA é cúmplice na concentração de drogas para os EUA, a fim de gerar um enorme conglomerado de fundos ilícitos, o principal objectivo desses fundos não é enriquecer os 'barões da droga,’ ou os políticos corruptos, mas para financiar o segundo Projecto Manhattan

Além disso, os lucros gerados a partir dos armamentos, do petróleo e de outras indústrias, legais e ilegais, são acumulados por empresas de fachada da CIA, que também são canalizados para projectos negros que escapam ao controlo do Congresso. Essas actividades de financiamento altamente imorais, são toleradas com base na preocupação da segurança nacional, para  esconder a verdadeira extensão dos projectos extraterrestres relacionados e criados, em resposta a uma presença extraterrestre.


Parte V -- Conclusão: Incorporação da Perspectiva Exopolítica do 9-11 e das Operações Clandestinas/de Bandeira Falsa 


As operações de bandeira falsa podem conduzir à intervenção militar dos EUA em áreas que podem ajudar a manter o comércio da droga, que a CIA usa para gerar o financiamento dos projectos de orçamento negro. As operações clandestinas, tais como o incidente de Tonkin e o 11 de Setembro, deram origem à intervenção militar em áreas vitais para o comércio da droga: Indochina e  Afeganistão. De acordo com Zworkin e Jones, o incidente de Tonkin foi elaborado para garantir que os EUA entrassem na guerra no Vietnam, para manter a hegemonia global dos EUA por meio de esforços militares, a fim de evitar a expansão comunista na Indochina e para fornecer às indústrias de armamento, novas encomendas de armas. No entanto, a guerra do Vietnam preencheu propósitos exopolíticos mais profundos para os EUA, um dos quais era o de ajudar a CIA a beneficiar com as operações altamente lucrativas da droga.

Isso é algo que o próprio Ruppert identifica, mas opõe-se a uma perspectiva exopolitica, devido à sua recusa em considerar as evidências que justifiquem os UFOs/OVNIs. [30] Da mesma forma, a intervenção dos EUA para o Afeganistão também foi motivada, de acordo com Ruppert, pelo desejo de restaurar o comércio da droga que havia sido ameaçado pelas políticas fundamentalistas do regime talibã que fez tudo para eliminar o ciclo de produção da heroína. [31]  

Os Autores dos livros sobre o 9-11 fornecem um caso convincente de que os recentes ataques terroristas nos EUA, na Grã-Bretanha e noutros países, têm as características distintas das operações clandestinas que foram usadas ​​no passado pelos governos, para atingir potenciais adversários, a fim de criar ameaças inventadas e corroer as liberdades civis. Os vários livros e vídeos que tratam do 9-11 como uma operação clandestina, são avisos poderosos sobre a medida até onde os governos podem ir, a fim de aumentar o seu poder. Ao explicar o objectivo final dessas operações clandestinas, o nível de análise dos mais conhecidos autores dos livros sobre o 9-11, Jones, Zwicker, Ruppert e Griffin não vão suficientemente fundo, de modo a revelar a verdadeira agenda/programa e quem são os beneficiários. De acordo com Jones, Zwicker e muitos outros, os beneficiários finais das operações clandestinas são os barões das empresas por trás das indústrias do petróleo e do armamento, e os projectos imperialistas dos neo-conservadores norte-americanos que dominam, actualmente, a administração Bush.

Isto, supostamente, fornece uma explicação convincente para quem está, em última instância, por trás da guerra contra o terrorismo, e por que está a ser perseguido. Em vez da ganância corporativa e das intenções imperialistas  da condução da guerra contra o terrorismo, existem factores mais profundos que dizem respeito a políticas secretas envolvendo projectos profundamente secretos,  envolvendo tecnologias extraterrestres financiadas por fontes ilícitas de orçamentos negros, que usam empresas de fachada nos sectores do petróleo e do armamento. É aqui que as explicações para o 9-11 oferecidas por Griffin, Jones, Ruppert e Zwicker não vão suficientemente longe,  para identificar os verdadeiros parâmetros do "trabalho interno", que levou ao 9-11. A ganância corporativa e o imperialismo neo-conservador não são a força motriz por trás da guerra contra o terrorismo, mas são os veículos utilizados para gerar fundos para um segundo projecto Manhattan, que supera todas as outras preocupações da segurança nacional nos EUA e noutras grandes nações.

Com a internet e com o aumento das comunicações ameaçando minar o sistema global de sigilo que encobre as evidências que confirmam uma presença extraterrestre, a guerra contra o terrorismo fornece um meio de distrair o público, desacreditando os pesquisadores que procuram expôr esta evidência. A guerra contra o terrorismo também proporciona uma cobertura útil para continuar a gerar enormes somas de receita para um segundo projecto Manhattan, que escapa à supervisão do governo, e para aumentar o poder do governo secreto, que controla a distribuição desta receita.Os autores e os pesquisadores associados à tese de que 9-11 foi um "trabalho interno," apontaram-nos para a direcção certa, em termos de cumplicidade do governo. Merecem o crédito de ter ajudado a abrir os olhos do público americano para o que realmente aconteceu em 11 de Setembro, conforme foi evidenciado nas últimas pesquisas de Zogby e Scripps.

No entanto, os autores dos livros sobre o 9-11 não identificam os diversos factores exopolíticos que revelam o programa mais profundo, por trás das operações clandestinas. Isso é compreensível, devido à maneira como os defensores de um "Watergate Cósmico",  relativo a UFOs/OVNIs e à visita dos Extraterrestres, foram ridicularizados no passado. Invocar as evidências que apontam para um "Watergate Cósmico," podia ser facilmente percebido por alguns, como um meio de pôr em causa a consideração pública dos estudos objectivos sobre o 9-11. Pior ainda, considerando que os factores exopolíticos podem mesmo levar a acusações de desinformação, destinadas a fazer descarrilar os pesquisadores do 9-11 para fora da pista. No entanto, as pesquisas como a do  Roper Poll de 2002, mostram que aproximadamente 70% do público americano acredita que o governo não está a dizer a verdade sobre os UFOs/OVNIs e sobre as visitas dos Extraterrestres. [32] Isto sugere que há um grande benefício em ligar o 9-11 e o encobrimento dos UFOs,  para entender melhor os principais intervenientes e as instituições envolvidas em operações clandestinas e em possíveis factores exopolíticos. Os verdadeiros motivos que sobressaiem da "guerra ao terror" e a natureza do "governo secreto" podem ser totalmente avaliados, apenas, através de uma compreensão sistemática da perspectiva exopolitica e pode ser encontrada uma solução duradouram, que impeça futuras operações clandestinas ou de bandeira falsa.




Sobre o autor: Michael E. Salla, PhD, é o autor de Exopolitics: Political Implications of the Extraterrestrial Presence = Exopolítica: Implicações Políticas da Presença Extraterrestre (Dandelion Books, 2004) e fundador do site popular : Exopolitics.Org.  Ocupou a tempo integral responsabilidades académicos na Universidade Nacional Australiana, e na Universidade Americana, em Washington DC. Tem um Doutoramento da Universidade de Queensland, na Austrália. Durante a sua carreira académica profissional, era muito conhecido por organizar uma série de iniciativas de diplomacia sobre cidadania para o conflito de Timor Leste, financiado pelo Instituto da Paz dos EUA e pela Fundação Ford. É o fundador do Instituto de Exopolítica (www.exopoliticsinstitute.org); o Editor Chefe do Jornal Exopolitics e o promotor do " Civilizações Extraterrestres e a Conferência Mundial de Paz" = “Extraterrestrial Civilizations and World Peace Conference” (www.etworldpeace.com )


Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

False Flag Operations, 9-11 and the Exopolitical Perspective -- Michael E. Salla, PhD

Exopolitics: political implications of the extra-terrestrial presence




False Flag Operations, 9-11 and the Exopolitical Perspective
© Michael E. Salla, PhD
September 11, 2006
http://www.exopolitics.org 

Introduction[1]


On the fifth anniversary of the ‘9-11’ attacks, more citizens than ever before are questioning official versions of the attacks and the adequacy of the 9-11 Commission Report. According to an August 2006 Scripps Howard/Ohio University national survey, 36% of Americans believe 9-11 was an ‘inside job’ with government agencies complicit in what occurred.[2] A Zogby poll in May 2006 found that 42% of Americans believed that official explanations and the 9-11 Commission were covering up the truth.[3] There has been a steady stream of authors, journalists, researchers and media personalities coming forward to declare that 9-11 was an ‘inside job’. Some of the more prominent include the theologian Dr David Ray Griffin author/editor of a number of books on 9-11 including 9/11 and American Empire: Intellectuals Speak Out (2003), Michael Ruppert author of Crossing the Rubicon: The Decline of the American Empire at the End of the Age of Oil  (2004), and actor Charlie Sheen who went public with his views on March 2006.[4] Finally, a website was recently created by a committee of scholars criticizing official explanations and also arguing that 9-11 was an ‘inside job’.[5]

With the ever growing number of those claiming 9-11 was an inside job and that there was an official cover up, it comes as no surprise that many now view the 9-11 attacks as part of an historical pattern of governments using ‘false flag’ operations to overcome opposition to their policy objectives. A false flag operation is best described as a covert operation conducted by “governments, corporations, or other organizations, which are designed to appear as if they are being carried out by other entities.”[6]

An increasing number of books and videos are now discussing historic false flag operations in relation to 9-11. The more prominent include David Griffin’s, The New Pearl Harbor: Disturbing Questions About the Bush Administration and 9/11 (2004); Barrie Zwicker’s more recent, Towers of Deception: The Media Cover-up of 9/11 (2006); and Alex Jones recent video, TERRORSTORM: A History of Government Sponsored Terrorism (2006).  Griffin, Zwicker and Jones examine historic 'false flag' operation to present the historical context for analysis of events surrounding 9-11 and the contrived “war on terror”.  In historic ‘false flag’ operations such as the burning of the Reichstag in 1933, the 1953 Iranian coup, the Gulf of Tonkin incident in 1964, intelligence operatives from governments staged events that would be blamed on targeted groups in a way that would facilitate government polices to increase their power or topple foreign governments. More controversially, Griffin argues that the 1941 Pearl Harbor attack was a false flag operation and that this demonstrates the magnitude to which false flag operations can be conducted. [7]

Zwicker and Jones discuss how the Nazis directly benefited by covertly orchestrating the burning of the Reichstag and blaming it on communists. Similarly, they describ how US and British policies directly benefited by false flag operations aimed at the popular nationalist Prime Minister of Iran, Muhammad Mossadeq, who was accused of pro-communist sympathies. This led to a coup in 1953 whereby the Shah of Iran was able to assume dictatorial powers that reversed the controversial nationalization policies of Mossadeq. The 1964 Gulf of Tonkin incident according to Zwicker, Jones and Griffin was another false flag operation whereby communist North Vietnam was blamed for two attacks on US warships. Documents later released conclusively showed that the second attack never occurred. They also describe failed false flag incidents such as the attack on the USS Liberty by the Israeli Airforce in 1967 during the six day war. They claim that the sinking of the Liberty would have put great pressure on the US to enter the war in support of Israel which planned to shift responsibility to Egypt.

Griffin, Zwicker, and Jones have all cited the Operation Northwoods documents that showed the Joint Chiefs of Staff had approved false flag operations in the early 1960s that involved terrorist attacks against American infrastructure and even cities. These covert actions would have been blamed on Cuba and used to justify a military invasion but were never approved by the Kennedy administration (http://www.gwu.edu/~nsarchiv/news/20010430/ ). Griffin, Zwicker and Jones use this and other cases as evidence that false flag operations have a long history in the covert actions of many governments including the US.

Having persuasively presented evidence that governments have in the past used false flag operations, Griffin, Zwicker and Jones turn their attention to the 9-11 attack; and, to varying degrees, a number of other ‘terrorist attacks’ in Britain, Spain and Bali. In all these cases, Griffin, Zwicker and Jones present evidence that these were false flag operations. They cite historic documents, interview whistleblowers, identify inconsistencies in official versions, and circumstantial evidence that all point to these recent terrorist attacks being false flag operations. In terms of the 9-11 attack in the US and the July 7, 2005  (7-7) attack in Britain, they examine security drills that led to much confusion on the part of security forces that permitted security lapses that may have allowed the attacks to occur. Zwicker and Jones argue that such drills are a characteristic of false flag operations where it is critical to have security forces not involved in such covert operations stand down. They present persuasive evidence that the war on terror is contrived with the goal of depriving citizens in the US and western democracies of their civil liberties, and to neutralize domestic opposition to the war in Iraq.

Who was really behind 9-11 and other terrorist attacks, and why?

With regard to the question of who was really behind 9-11 and other terrorist attacks, a number of 9-11 authors provide what they believe to be the real factors driving the contrived war on terrorism. To facilitate this study, I will concentrate on four that represent the major thrust of 9-11 arguments: Griffin, Zwicker, Jones, and Ruppert, and simply refer to them collectively as the 9-11 authors. To varying degrees the 9-11 authors point to efforts led by the US and Britain to capture the oil resources of 'rogue nations' such as Iraq in order to gain control of the oil industry. By capturing Iraq, driving oil prices up, corporate interests in the US and Britain stand to make enormous short term profits. As the supply of oil reaches peak production, an idea most strongly championed by Michael Ruppert, this ensures that US/British corporate interests are in the driver’s seat for benefiting in the long term from skyrocketing oil prices as industrializing nations such as India and China generate increasing demand for oil. Control over the vital oil industry would therefore enable US corporate dominance in global financial markets well into the next generation. This would make China and India, potential future competitors to US global dominance, more subservient to US policies.

The 9-11 authors argue that it is not just oil interests seeking to benefit from wars in Iraq, but also the armaments industries in the US which are by far the world’s largest weapons suppliers. Essentially, US corporate contractors need a contrived war on terrorism to continue to sell their military products to the Pentagon which needs to conduct punitive missions against rogue nations. The ultimate rationale for the arms industry is driven by corporate greed to take advantage of security threats to maintain a perpetual war economy that is funded at the expense of the ordinary tax payer. Eisenhower’s famous farewell address warning of the dangers of the military-industrial complex is most commonly cited as evidence of such a danger.

In addition to US financial dominance and corporate greed, the 9-11 authors offer their ultimate rationale for the contrived war on terrorism. This is the theory of Pax Americana that what drives US policy is the need to establish US hegemony around the planet. Griffin, Jones, Ruppelt and Zwicker argue that by the Bush administration claiming that 'rogue states' are 'harboring terrorists', and developing Weapons of Mass Destruction (WMD) that would be given to the terrorists, the US has the rationale to launch preemptive wars and establish control over nations opposed to US dominance. They cite neo-conservative figures associated with the New American Century Project as exponents of this imperialist agenda to establish US global dominance.[8] Consequently, the war on Iraq was justified using the WMD thesis that Saddam Hussein was allied with terrorist groups that he would have used as proxies to launch such weapons on the US. While US global hegemony would be justified on the need to make the world safe for democracy, the true rationale according to 9-11 authors is to make the world profitable for key US corporations allied with the oil and armaments industries.

The assessments of the 9-11 authors of false flag operations as being rooted in the greed of the oil and armaments industries, and  the imperialist designs of neo-conservatives continues to attract much support from many disenchanted with official explanations for terrorist attacks on the US and Britain; the spinning of the intelligence data used to justify the war on Iraq; and the enormous profits generated by corporations involved in the oil and armaments industries. In particular, Griffin’s, Zwicker’s and Jones’ analysis of false flag operations is helpful in identifying the catalyst for government policies that result in diminished civil liberties and dampen domestic opposition to preemptive wars ostensibly aimed to "protect democracy", but which provide windfall profits for large US corporations. The 9-11 authors analyses focusing on US imperialism helps identify the enormous influence of neo-conservatives in the Bush administration in dictating official government policy. There is however a missing factor in the analyses of the 9-11 authors focusing on the trifecta of the oil industry, the military-industrial complex, and US imperialism. A factor that provides a deeper level of analysis for what is really driving US policies in the Middle East and elsewhere around the planet. The 9-11 authors are missing the exopolitical factor.

Understanding the Exopolitical Perspective

Exopolitics is based on extensive evidence that extraterrestrial civilizations are visiting the Earth and that this evidence is systematically covered up by both government agencies and military departments in the US and other major nations in what has been described as a “Cosmic Watergate”.[9] The mainstream scientific view that the speed of light presents and insurmountable obstacle to the physical presence of extraterrestrial visitors has been increasingly challenged by new theories concerning faster than light speed travel.[10] Thomas Kuhn’s The Structure of Scientific Revolutions (1962) suggests that our understanding of science periodically undergoes a paradigm shift. Exopolitics represents a paradigm shift in political thinking about the underlying forces driving domestic and international affairs.

Not only is evidence of extraterrestrial visitation in the contemporary era being covered up; but, perhaps more significantly, evidence of an historic extraterrestrial presence that has sponsored past human civilizations is also covered up. This means that both the knowledge and technology of extraterrestrials currently visiting the Earth, and historic evidence of earlier extraterrestrial visitations, have become paramount national security concerns that are kept hidden from the general public. The true extent of the national security implications concerning public disclosure of an extraterrestrial presence is revealed in a Brookings Institute study for NASA in 1960 claiming that public discovery of an extraterrestrial intelligence could lead to the collapse of Western civilization.[11] The impact of an extraterrestrial presence and its implications for politics, science, economy and culture, could very quickly lead to a collapse of vital institutions for every country on the planet thereby threatening the sovereignty of major nations. Furthermore, according to a number of former military whistleblowers, UFOs have disabled or destroyed US nuclear missiles on a number of occasions.[12] This partly reveals the secret concern of policy makers over extraterrestrial visitors. In short, the national security implications of an extraterrestrial presence trumps every other national security issue, and is the Rosetta Stone for understanding the true dynamics underlying global politics and international finance.[13]

Evidence for the cover-up of an extraterrestrial presence is extensive and persuasive. Hundreds of credible whistleblowers have emerged from the military, government and corporate sectors to describe the cover up various aspects of UFOs and the extraterrestrial hypothesis. The testimonies of many of these government whistleblowers are available through private organizations such as the Disclosure Project.[14] Furthermore, leaked classified documents have disclosed critical features of the national security system created to deal with the extraterrestrial presence. Many of these documents are available through the popular “Majestic Documents” website.[15] Numerous websites, books and organizations have presented the evidence and testimonies of thousands of witnesses, ‘experiencers’, researchers and whistleblowers revealing the extent of extraterrestrial visitation to Earth.

The 9-11 authors fail to identify a number of key exopolitical factors behind false flag operations. These factors have to do with the political management system created for extraterrestrial affairs; the technology and knowledge about extraterrestrials that are located on the territory of different foreign governments; and with the ‘black budget’ needed to finance covert operations based on acquiring extraterrestrial technologies and information. Given the highly classified nature of extraterrestrial affairs, all these activities occur without any congressional or legislative oversight in the US and other major nations such as Britain, Russia and China. I will now examine five exopolitical factors that need to be considered when analyzing false flag operations in general.
   
Five exopolitical factors and False Flag Operations

The first factor is the existence of a covert web of interlocking governmental and military agencies in the US and around the world created to manage extraterrestrial affairs. Often described as the ‘secret government’, this organization operates in parallel with the more conventional political system comprising elected representatives and appointed government officials. This is similar to Lewis Lapham’s distinction between the “provisional government” and the “permanent government” wherein the former comprises elected officials while the latter comprises special interest groups drawn from corporations, military and educational sector.[16] Individuals in the conventional system of government, Lapham’s “provisional government”, are only briefed on the basis of “need to know” and not due to their rank or position. Consequently, it has been demonstrated that sitting Presidents can be kept out of the loop as occurred in the cases of presidents Carter and Clinton.[17] President Clinton reportedly said to senior White House reporter Sarah McClendon: "Sarah, there's a secret government within the government, and I have no control over it."[18] The ‘secret government’ managing extraterrestrial affairs sits at the apex of the unelected “permanent government” and has been described as MJ-12 or PI-40.[19]

Major false flag operations such as 9-11 almost certainly involve the ‘secret government’ using such operations as part of its broader agenda in managing extraterrestrial affairs. It is very unlikely that transitions in the “provisional government”, such as the 2000 election of George Bush and the appointment of neo-conservatives to prominent positions would be capable of producing false flag operations on the order of 9-11. The ascendancy of neo-conservatives to high government positions would not be sufficient to enable false flag operations to proceed due to the potential opposition of many career bureaucrats and government officials. Only a more long term and secretive management system that exists outside of the rotation of elected political officials could hope to rein in career bureaucrats and government officials. Consequently, given the magnitude of the 9-11 attacks, this could only have occurred with the assent of the secret (or permanent) government that used neo-conservatives appointed to senior positions in the Bush administration (the ‘provisional government’) as the instruments for achieving the former’s policy goals. The uncritical support of major governments such as Britain and Australia in subsequent policies adopted by the Bush administration, is due to the ‘secret governments’ of these nations coordinating their policies in a global management system created for extraterrestrial affairs. This involves many quasi governmental organizations such as the Trilateral Commission, the Bilderberg Group, and the Council of Foreign Relations that supply the resources and leadership for dictating long term secret government policies around the planet.[20]

The second factor to consider for false flag operations is the need by the secret government to maintain exclusive control of all extraterrestrial technology and evidence found around the world. This involves the removal of any physical evidence of extraterrestrial visitation from the public realm, and the relocation of this to the classified scientific laboratories of the US or other major nations. There are numerous instances of extraterrestrial vehicles crashing around the planet. These have been documented and analyzed in a recent book by Ryan Woods, Majic Eyes Only.[21] In all these cases, governments are expected to comply either through inducements or sanctions with these covert efforts led by the secret government which is global in scope. National leaders who do not comply run the great risk of being removed from office.

For example, the 1979 coup that removed the Prime Minister of Granada, Sir Eric Gairy, was a false flag operation designed to prevent Gairy from getting the United Nations to seriously move forward in investigating the UFO issue. Gairy was instrumental in Grenada's sponsorship of the only United Nations Resolution dealing with UFOs (passed in 1978) and was scheduled to meet with UN Secretary General on 13 March 1979, to discuss further UN initiatives on UFOs based on extraterrestrial material recovered in Grenada.[22] On the same day of his meeting, his government was removed from power in a revolutionary coup led by Maurice Bishop. Gairy’s case suggests that false flag operations resulting in coups led by disgruntled elites may be a result of a policy of forcing out of office non-compliant national leaders to the global system covering up UFO/extraterrestrial information. Such leaders are replaced by more compliant individuals who can be easily discredited or removed in the future.

The third exopolitical factor is the need to gain control of any territory that once hosted ancient civilizations that contain artifacts providing valuable information or technology left by extraterrestrials. These ancient civilizations have buried within their ruins much information and even technology gained through extraterrestrial intervention that allegedly occurred millennia ago. For example, there is much evidence that the ancient Sumerian civilization was sponsored by an extraterrestrial civilization known as the Anunnaki.[23] Sumer, known as the cradle of western civilization, was located in southern Iraq and was subjected to a number of archeological excavations supported by Saddam Hussein’s regime.

There is growing evidence that the 1991 and 2003 US led military interventions in Iraq were aimed at gaining access to some of the ancient archeological sites in Iraq in order to find any information or technology concerning the Anunnaki.[24] The fabrication of intelligence data concerning Iraq’s Weapons of Mass Destruction (WMD) and alliance with terrorist organizations was a false flag operation intended to justify US military intervention in 2003 in order to ensure Iraq’s extraterrestrial assets could not be exploited by Hussein’s regime or fall into the hands of strategic competitors such as Russia and China. Evidence for this fabrication came in the September 2006 Report by the Senate Select Committee on Intelligence that confirms that intelligence data used to justify the Iraq war was ‘overstated’.[25]

The fourth exopolitical factor concerns the use of weather modification technologies that former Secretary of State William Cohen confirmed as existing in 1997.[26] False flag operations using weather modification technologies are used to shift blame onto ‘unpredictable’ environmental factors, when in fact such technologies are being used as an instrument of national policy. Such technologies can be used to create natural disasters or events that coerce nations into complying with the global secrecy system concerning extraterrestrial affairs. This global secrecy system ensures that scientific information, alternative energy technologies and information concerning extraterrestrials is not released into the global media. For example, the December 2004 Asian Tsunami affected a number of nations including the Indian sub-continent. At the time, India had been at the forefront of a growing number of disclosures concerning extraterrestrial visitation.[27]

It is very possible that the Asian Tsunami served as a signal to India that weather modification technologies could be used if India pursued its disclosure policies. Subsequently, the Bush administration signed in July 2005 an extraordinary agreement to help India develop its nuclear industry, and continued to allow US industries to outsource jobs to India. This suggests that a mix of inducements and sanctions using weather modification technologies is used to gain the compliance of rising nations such as India that might otherwise challenge the global secrecy system.

The final exopolitical factor concerns the ‘real’ black budget in the US. Official estimates of the black budget by the Federation of American Scientists (FAS) focus on CIA disclosures revealing the true size of the budget funding the activities of all US intelligence agencies. Revealed by the CIA to be 26.7 billion dollars for fiscal year 1997, this money appears in single line items on the annual Pentagon budget, and has been estimated by the FAS to be 30.1 billion for fiscal year 2007. Conventional wisdom is that the ‘black budget’ is funded by the Pentagon which creates dummy projects and exaggerates the costs of actual defense expenditures (e.g., toilet seats), and channels all these funds into ‘deep black’ projects. However, the real size of the black budget is estimated to be closer to one trillion dollars per calendar year which is more than double the whole Pentagon budget of $420 billion for Fiscal Year 2006. This vast sum of money is accumulated by the CIA not for ensuring US corporate profits nor for financial dominance, but to fund a secret network of deep black projects that constitute a second Manhattan Project.[28]

In his book, The Dark Alliance, Gary Webb revealed compelling evidence that the CIA was involved in the drug trade, and that local law enforcement agencies were deliberately undermined in their efforts to capture the major players in the drug trade due to CIA intervention. Evidence for this has been amassed by Michael Ruppert on his From the Wilderness website and book, Crossing the Rubicon.[29] If the CIA is complicit in the funneling of drugs into the US in order to generate an enormous pool of illicit funds, the main purpose of these funds is not to enrich ‘drug barons’ or corrupt politicians, but to fund the second Manhattan Project. Furthermore, profits generated from the armaments, oil and other industries, both legal and illicit, are accumulated by CIA front companies that are also funneled into deep black projects that escape Congressional scrutiny. These highly immoral funding activities are tolerated on the basis of the national security concern of hiding the true extent of the extraterrestrial related projects created in response to an extraterrestrial presence.
  
Conclusion: Incorporating the Exopolitical Perspective on 9-11 and False Flag Operations

False flag operations can lead to US military intervention in areas that can help maintain the drug trade that the CIA uses to generate funding for black budget projects. False flag operations such as the Tonkin incident and the September 11 attack led to military intervention in areas vital for the drug trade: Indochina and Afghanistan. According to Zworkin and Jones, the Tonkin incident was orchestrated to ensure that the US would enter the war in Vietnam to maintain US global hegemony through military efforts to prevent communist expansion in Indochina, and provide armaments industries with new weapons orders. However, the Vietnam war fulfilled deeper exopolitical purposes for the US, one of which was to help the CIA to profit from lucrative drug running operations. This is something that Ruppert himself identifies but he opposes an exopolitical perspective due to his refusal to consider evidence substantiating UFOs.[30] Similarly, the US intervention into Afghanistan was also motivated, according to Ruppert, by the desire to restore the drug trade that had been threatened by the policies of the fundamentalist Taliban regime that had all but eliminated the heroin production cycle.[31]

The 9-11 authors provide a cogent case that recent terrorist attacks in the US, Britain and other countries have the distinguishing features of false flag operations that have been used in the past by governments to target potential opponents, create contrived threats, and to erode civil liberties. The various books and videos dealing with 9-11 as a false flag operation are powerful warnings of the extent to which governments can go in order to augment their power. In explaining the ultimate goal of these false flag operations, the level of analysis of the most well known 9-11 authors, Jones, Zwicker, Ruppert and Griffin do not go deep enough into revealing the true agenda and beneficiaries.

According to Jones, Zwicker and many others, the ultimate beneficiaries of false flag operations are the corporate barons behind the oil and armaments industries, and the imperialistic designs of US neoconservatives currently dominating the Bush administration. This supposedly provides a persuasive explanation for who is ultimately behind the war on terrorism and why it is being pursued. Rather than corporate greed and imperialistic intentions driving the war on terrorism, there are deeper factors that concern covert policies involving deeply classified projects involving extraterrestrial technologies funded by illicit black budget sources that use front companies in the oil and armaments industries. This is where the explanations for 9-11 offered by Griffin, Jones, Ruppert and Zwicker do not go far enough in identifying the true parameters of the ‘inside job’ that led to 9-11. Corporate greed and neo-conservative imperialism are not the driving force behind the war against terrorism, but the vehicles used to generate funds for a second Manhattan project that trumps all other national security concerns in the US and other major nations.

With the internet and increased communications threatening to undermine the global secrecy system covering up evidence confirming an extraterrestrial presence, the war on terror provides a means of distracting the public, discrediting researchers seeking to expose this evidence. The war on terrorism also provides a useful cover for continuing to generate enormous sums of revenue for a second Manhattan project that escapes government oversight and to increase the power of the secret government in control of the distribution of this revenue. The authors and researchers associated with the thesis that 9-11 was an ‘inside job’ have pointed us in the right direction in terms of government complicity. They deserve credit for helping open the eyes of the American public to what really transpired in 9-11 as evidenced in the recent Zogby and Scripps polls.  However, the 9-11 authors do not identify the different exopolitical factors that reveal the deeper agenda behind false flag operations. This is understandable given the way in which advocates of a ‘Cosmic Watergate’ concerning UFOs and extraterrestrial visitation have been ridiculed in the past. Invoking evidence pointing to a “Cosmic Watergate” could easily be perceived by some as a means of jeopardising public consideration of objective studies of 9-11. Even worse, considering exopolitical factors may even lead to accusations of mis-information designed to throw 9-11 researchers off track. However, surveys such as the 2002 Roper Poll show that approximately 70% of the American public believes the government is not telling the truth about UFOs and extraterrestrial visitation.[32] This suggests that there is great benefit in connecting the 9-11 and UFO cover ups to better understand the key actors and institutions involved in false flag operations and possible exopolitical factors. It is only through a systematic understanding of the exopolitical perspective that the true motives underscoring the ‘war on terror’ and the nature of the ‘secret government’ can be fully gauged, and a durable solution found that prevents future false flag operations.


About the Author: Michael E. Salla, PhD., is the author of Exopolitics: Political Implications of the Extraterrestrial Presence (Dandelion Books, 2004) and founder of the popular website: Exopolitics.Org. He has held full time academic appointments at the
Australian National University, and American University, Washington DC. He has a PhD in Government from the University of Queensland, Australia. During his professional academic career, he was best known for organizing a series of citizen diplomacy initiatives for the East Timor conflict funded by U.S. Institute of Peace and the Ford Foundation. He is the Founder of the Exopolitics Institute (www.exopoliticsinstitute.org ); Chief Editor of the Exopolitics Journal and Convenor of the “Extraterrestrial Civilizations and World Peace Conference” (www.etworldpeace.com )



Endnotes
[1] I wish to thank Hugh Matlock for his thoughtful ideas and suggestions for improving the substantive content and organization of this paper, and  for identifying a number of typographical errors.
[7] For  an article discussing Griffin’s views on Pearl Harbor and false flag operations go to: http://bohemian.com/bohemian/06.14.06/david-ray-griffin-0624.html
[8] For information on the New American Century project, go to: http://www.newamericancentury.org/
[9] For a historical survey of exopolitics go to: http://exopoliticsjournal.com/Journal-vol-1-1.htm .
[10] See James Deardorff, et al., “Inflation-Theory Implications for Extraterrestrial Visitation” available online at: http://www.ufoevidence.org/news/article204.htm
[12] See Robert Salas and James Klotzhttp, Faded Giant (BookSurge Publishing 2005). Details available online at: www.ufopop.org/Special/FadedGiant.htm .
[13] See Michael E. Salla, Exopolitics: Political Implications of the Extraterrestrial Presence (Dandelion Books, 2004). Online articles are available at: http://www.exopolitics.org .
[16] See Lewis Lapham, “Lights, Camera, Democracy, Harper Magazine, August 1996, excerpts available at: http://fdt.net/~aabbeama/PJB_from_left.html .
[17] For more information go to: http://presidentialufo.com .
[20] See Jim Marrs, Rule by Secrecy: The Hidden History That Connects the Trilateral Commission, the Freemasons, and the Great Pyramids (Harper, 2001).
[22] For Gairy’s account of what occurred, go to: http://tech.groups.yahoo.com/group/exopolitics/message/278
[23] See Zecharia Sitchin’s The Twelfth Planet and other books from his Earth Chronicles series available at: http://www.sitchin.com .
[25] See “Postwar Findings about Iraq's WMD Programs and Links to Terrorism and How they Compare with Prewar Assessments”, available at: http://intelligence.senate.gov/phaseiiaccuracy.pdf .
[27] For a number of stories concerning India’s release of information on UFOs and extraterrestrials go to: http://www.indiadaily.com .
[28] See Michael Salla, “The Black Budget Report,” http://www.scoop.co.nz/stories/HL0401/S00151.htm .
[30]  See “Michael Ruppert Responds to Victor Thorn’s Ten Questions”: http://www.fromthewilderness.com/10questions.shtml .


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This is about much more than one man. If Snowden's act of truth-telling leads to crippling punishment, it sends the wrong signal to abusive governments and whistleblowers everywhere. If 1 million of us take action now, we can send President Dilma the largest citizen-supported asylum bid in history -- sign to safeguard Snowden and defend democracy everywhere.

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KIEV



Revolution in Kiev, Ukraine

In the last days I received multiple requests to translate my posts for foreign readers, as they have very limited information about the happenings in Ukraine. This material describes events which took place in Kyev on January 22 and 23.

Sharing and distribution is appreciated.

22 January 2014. Battles on streets of Kiev.

I came to Kiev. I came to see for myself what is happening here. Of course, an hour after arriving at Maidan, you begin to understand that everything what you've read in dozens of articles, saw in TV news reports is total crap. In the upcoming reports I will try to, as objectively as possible, to sort out this new wave of Kiev revolution.








www.paradigmresearchgroup.org
Janeiro 16, 2014

Deixem a desinformação começar


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The Book of Enoch

Einstein

Português
Falado em Portugês Biografia - Albert Einstein nasceu na região alemã de Württemberg, na cidade de Ulm, numa família judaica. Em 1852, o avô materno de Einstein, Julius Koch, estabelece-se como comerciante de cereais em Bad Cannstatt, nos arredores de Estugarda. Os pais de Einstein, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 8 de agosto de 1876. Hermann, que era comerciante, muda-se de Bad Buchau para a cidade de Ulm, onde passou a viver com a esposa. É em Ulm que nasce Albert Einstein, em 14 de março de 1879.

Rainbow of Love and Gratitude

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